Olá caros leitores e leitoras!

“Nossa não é mangá não vou nem ler.” – Sim, alguém pensou nisso ou o inverso disso. Pode não ter sido você, mas talvez outro leitor. Mas o que é definido por arte de contar histórias por quadros sequenciais (arte sequencial), é conhecido aqui no Brasil como Gibis e Histórias em Quadrinhos, independente se é nacional ou importado vindo dos Estados Unidos da América ou da Europa ou do Japão.

 

A narrativa figurativa de histórias em arte sequenciais vai desde tirinhas de jornais as poderosas Grafics Novels com suas sobrecapas e páginas especiais de todos os tipos, isso em formato físico, já online nós temos sites especializados em HQs nacionais e importados como o Social Comics, uma espécie de Netflix de revistas e claro os scanners, nossos bons e velhos piratas que pegam o material original traduzem e deixa para qualquer leitor pegar, o que irrita artistas e editoras.

Não vou entrar em demérito ou mérito de scans aqui, mas o que começou como um ato puro e simples de pirataria ao criar versões digitais de histórias em quadrinhos e mangás nos anos 2000 em seus países de origem e depois para países periféricos iniciou nos grandes mercados ferramentas de leitura online e se tornou como um mega negócio online em que pequenas editoras por todo o globo conseguem agora colocar suas histórias em mais lares de forma muito mais barata do que mandar para gráficas e arriscar ter que arcar com prejuízo de impressão cara por baixa quantidade ou não pagar os custos por não ter vendido o suficiente e no caso do Brasil ter produtos parados nas estantes.

Comic Blitz’s,

Comixology Unlimited,

Marvel Inside

 

 

 

Em nível de Brasil, a internet permitiu a criação de blogs, sites e páginas de Facebook ajudam o produtor independente chegar até o leitor, a rede de leitura online Social Comcis é mais uma alternativa para os autores e leitores, seu sistema de assinatura é semelhante ao da Netflix, com mensalidade e um acervo enorme de HQs internacionais e nacionais.

Com todas essas ferramentas em mãos, pequenas editoras e autores conseguem captar público para suas obras e usando de ferramentas de capitalização coletiva para atingir um maior público para vender a versão física para leitores mais fiéis de seus trabalhos ou que tem o costume de ter a versão física em uma bela estante.

Seja em campanhas de arrecadação em sites como Kickstarter, Vakinha ou Cartase ou mesmo um trabalho pelo Apoia-se e Patreon para custear a produção de HQs online ou físicas, a verdade é que o mercado nacional que era relegado a pequenos nichos e clássicos de nossa literatura, como Turma da Mônica e por isso que estou aqui.

 

 

Eu Nivaldo serei seu correspondente com as novidades e críticas com as HQs e mangás nacionais.

 

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