O 2º arco de Green Lanterns no Rebirth começa exatamente de onde o 1º arco, Rage Planet, terminou. A história continua seguindo Jessica e Simon que agora tem o guardião Rami explicando o que é e qual o poder do Phantom Ring (Anel Fantasma, em tradução livre).

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Somo apresentados à Frank Laminski, que sempre se sentiu como se nunca fosse o bom suficiente para nada ou ninguém e isso se intensifica quando vê Hal Jordan como Lanterna Verde em ação e decide que ele quer ser um também, a todo e qualquer custo (e essa vontade só aumenta a medida que ele vê novos lanternas como John, Guy e Kyle surgindo). Ele é ajudado por alguém que quer destruir a Tropa dos Lanternas Verdes e consegue roubar o Anel Fantasma de Jessica e Simon e se torna o Phantom Lantern (Lanterna Fantasma).

O arco continua com a mesma equipe criativa do primeiro (tanto arte quanto escrita) e continua na mesma pegada. A única coisa que pode incomodar são as constantes mudanças de “humor” (ao ler você irá entender as aspas) de Frank, o que pode cansar um pouco o personagem para o leitor. Simon e Jessica continuam com uma dinâmica de parceiros divertida que cada vez fica mais forte entre eles: Há o momento que os dois se questionam o porquê de terem sido escolhidos e se eles não teriam que pertencer a uma tropa de outra cor (Momento que é resolvido em batalha e com eles literalmente enfrentando seus maiores medos).

Um ponto que continua bastante forte é Sam Humphries continuar a trabalhar as inseguranças dos personagens com o decorrer da história e faze-los batalhar contra isso: Simon começa a achar que não é forte o suficiente e Jessica cada vez mais superando sua ansiedade e também ajudando os outros (atenção para a página que ela salva uma menina de um incêndio). Outro ponto forte é que esse arco trabalha mais a parte da mitologia da Tropa dos Lanternas Verdes e os guardiões também.

Nota: 3,5/4,0|5,0

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